PRINCIPAIS PRODUTOS AGRÍCOLAS
° Cana-de-açúcar
No início da ocupação territorial brasileira, a cana-de-açúcar foi a principal atividade econômica, desenvolvida no litoral nordestino.Em meados do século XX, a cana se expandiu para o Rio de Janeiro, Espírito Santo, São Paulo, Minas Gerais, Paraná, entre outros estados.As terras, que antes eram utilizadas para culturas diversas, principalmente para a produção de alimentos, passaram a ser ocupadas pela cana-de-açúcar destinada principalmente á produção de álcool combustível, o etanol.
° Café
Por muitas décadas, o café foi o principal produto da economia nacional. Na década de 1950, ele chegou a ser responsável por 75% das exportações do país. No entanto, a crise da cafeicultura fez com que outras atividades econômicas, como a indústria, o comércio e os bancos, ganhassem força na estruturação do espaço geográfico brasileiro. Com a diversificação da economia e a exportação de bens industrializados e de outros produtos agrícolas, a participação do café nas exportações diminuiu para menos de 2,5% em 2006.
° Soja
A soja serve principalmente como alimento de rebanhos nos países ricos. Vale destacar que a produção brasileira ocorre no período da entressafra dos países do Hemisfério Norte, que são os maiores compradores da soja nacional, com destaque para União Europeia e China.Graças ao desenvolvimento de sementes adaptadas ao solo, as técnicas de correção de solos e ao clima das diferentes regiões brasileiras, a soja se espalhou também pelos estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás e DF, além de parte do Nordeste, principalmente no oeste da Bahia e no sul do Maranhão e do Piauí, ocupando, portanto, lugares de outras culturas.
° Fumo
O cultivo desse produto ocorre principalmente em pequenas propriedades. O Rio Grande do Sul é o maior produtor, com cerca de 51% do total nacional, e também abriga as principais indústrias de transformação e de beneficiamento do produto.
° Algodão
O cultivo de algodão no Brasil ocorre desde o período colonial, no Sertão nordestino.
Atualmente, o estado do Mato Grosso responde por cerca de 53% da produção nacional, seguido de Goiás(14%) e Bahia(8%). O algodão representa cerca de 0,2% das exportações brasileiras. Do total produzido, cerca de um terço é destinado ao mercado externo. Esse dado mostra uma contradição, pois os dois terços restantes não são suficientes para suprir a demanda interna do Brasil, o que faz com que as indústrias nacionais tenham de importar esse produto.
AGROPECUÁRIA NO BRASIL: O TRADICIONAL E O MODERNO
Embora a agropecuária seja a princípio uma atividade econômica ligada ao setor primário,atualmente, em virtude do desenvolvimento técnico-científico informacional ocorrido no campo, muitas das atividades se encaixam nos setores secundário e terciário, como é o caso das agroindústrias, das fazendas modernas de gado leiteiro, entre outras.No Brasil, essa atividade foi a base da economia por séculos e, atualmente ainda exerce papel importante. A cana-de-açúcar (no período colonial) e depois café, algodão, cacau e fumo foram as principais mercadorias agrícolas de exportação do país até a primeira metade do século XX.
O crescimento da agropecuária brasileira não se deve somente ao crescimento das áreas cultivadas, mas também ao desenvolvimento tecnológico que vem impulsionando a produtividade.Embora a tecnologia esteja cada vez mais presente no Brasil, há partes do país que ainda se apoiam em técnicas tradicionais de produção, usando quase exclusivamente a força física (humana e animal) para realizar as tarefas; são áreas extremamente dependentes das condições naturais do local.
Portfólio geográfico
terça-feira, 4 de setembro de 2012
terça-feira, 3 de julho de 2012
Cordel-Nordeste
No nordeste,nordestino
tem comida de montão
festas de São João
que já é de tradição
Em época de São João
já sabem que tem rojão
mas não pense que é bomba
tá mais para um peidão
A cultura é diversificada
a comida é arretada
o povo é dançarino
e ainda sentem falta de gringo?
Quem inventou o "R"
com que se escreve realidade
foi o mesmo que inventou
o "T" de tristeza
que se encontra a maioria
no meio de tanta seca
O Nordeste tem riquezas
ainda desconhecidas
e também tem as tristezas
que jamais são esquecidas
Aqui eu te falei
um pouco sobre o Nordeste
o que não podemos esquecer
daquele cabra da peste
que mandou eu fazer isso
sobre o nosso lindo Nordeste.
segunda-feira, 11 de junho de 2012
Rio São Francisco
Alguns pontos são positivos e outros negativos. Entre os pontos benéficos destacam-se a melhoria da qualidade da água; a diminuição do êxodo rural; a redução da exposição a doenças e o aumento da oferta; da garantia hídrica; e dinamização da economia regional. Como pontos negativos, chamam a atenção os seguintes: riscos de acidentes com a população; redução da energia elétrica no rio São Francisco; início ou aceleração de processos de desertificação; especulação imobiliária; e perda de terras cultiváveis.
Fonte(s):
Jornal Tribuna do Norte (RN)
20/01/2005
Como pontos favoráveis também podemos dizer:Que essa mudança será destinada a população urbana do Sertão e do Agreste.Iria também aumentar a disponibilidade de água pra vários usos,e foi pensado para ajudar aqueles lugares q sofrem com a seca abundante.Agora os pontos desfavoráveis são:Se perguntam a quem vai servir a transposição das águas?! Existe também algo que não foi comentado como na época que o rio São Francisco se torna menos volumoso é mesmo na época que se precisará de mais água.
Início do Nordeste até os tempos de hoje
Século XVI: O Nordeste é habitado desde a pré-história pelos povos indígenas, que no início da colonização realizavam trocas comerciais com europeus, na forma de extração do pau-brasil em troca de outros itens. Mas ao longo do período de colonização eles foram incorporados ao domínio europeu ou eliminados, devido às constantes disputas contra os senhores de engenhos.Foi no litoral nordestino que se deu início a primeira atividade econômica do país, a extração do pau-brasil. Países como a França, que não concordavam com o Tratado de Tordesilhas, realizavam constantes ataques ao litoral com o objetivo de contrabandear madeira para a Europa.A região se torna a principal economia do país graças a sacarose exportada (ou seja, domina os setores primário, secundário e terciário da economia brasileira original). Nessa época anglo-franceses e nativos tentam se opor ao expansionismo das potências ibéricas (as regiões acima de Olinda por exemplo foram controladas por ingleses e franceses durante vastas décadas dos séculos XVI e XVII). Principais exportadores de sacarose e maiores economias (tanto do Nordeste quanto do Brasil): Paraíba, Itamaracá (que ainda aparece em muitos mapas europeus do século XVII, contradizendo assim a historiografia tradicional), Pernambuco (leste da capitania, se destacando Olinda e a mata norte - e só posteriormente a comarca alagoana) e Bahia (principalmente o recôncavo). A pecuária pioneira é introduzida na zona da mata e o comércio de madeira de brazza (palavra de origem celtíbera, que daria origem ao termo Brasil - indica algo como vermelho incandescente, vivo) se concentra principalmente nas áreas onde o poderio Ibérico era mais frágil (anglo-franceses e nativos fundam feitorias e fortins de madeira entre a baía de São Domingos e a baía da Traição, mas também na costa sudeste do RN - tudo isso ao norte de Itamaracá).
Século XVII: A região passa a dominar também a pecuária brasileira. Após a conquista dos espanhóis (no trono português) contra anglo-franceses e nativos, os holandeses atacam e fundam a Nova Holanda (as duas principais cidades neerlandesas no Nordeste Sulamericano passam a ser Frederickstaadt e Mauristaadt). Nessa altura havia dezenas de indústrias exportadoras de sacarose (denominadas nessa época de engenhos de transformação) entre ambas (a maior concentração geo-econômica do período).A pecuária chegou ao Brasil no século XVI, na época das capitanias hereditárias, por Tomé de Sousa, encontrando condições favoráveis ao seu desenvolvimento. Esta veio com o propósito de transportar cargas e pessoas, e de movimentar os engenhos com os chamados trapiches (força motriz).No século XVII, com o maior desenvolvimento da cidade de Salvador, o gado foi, naturalmente, levado a regiões mas afastadas: da Praia do Forte até a região de Feira de Santana (referências atuais).Além disso, a pecuária estava vinculada à economia de subsistência, fornecia couros e carnes para o consumo interno das grandes propriedades. Esse foi um grande passo para o começo da primeira grande comercialização interna da colônia.
Século XVIII: Forró, assim como o samba, possuem as mesmas raízes, ou seja, ambos se originaram da mistura de influências africanas e europeias. "Na música nordestina, um toque indígena, uma pitada européia, um tempero africano; é só degustar..." já citava um dos especialistas no assunto.A origem do forró é controversa. É certo que o ritmo nasceu no Nordeste e foi apresentado ao Sul do país por Luiz Gonzaga nos anos 40. Mas quando, onde e como ele apareceu lá no sertão ainda é, de certo modo, um mistério que vem dividindo muitos estudiosos e músicos. Há a versão mais popular de sua origem, até transformada em canção por Geraldo Azevedo em 82, (e relançada agora em sua coletânea Frutos e Raízes), For All Para Todos: a de que o nome viria dos dizeres "For All" (em inglês "para todos"). A frase vinha escrita nas portas dos bailes promovidos pelos ingleses em Pernambuco, no início do século, quando eles vieram para cá construir ferrovias. Se a placa estivesse lá era sinal de que todos podiam entrar na festa, regada a ritmos dançantes que prenunciavam o forró de hoje, essa era a versão defendida por Luiz Gonzaga.O interesse econômico pela Amazônia despertou-se no século XVIII mediante a procura das chamadas "Drogas do Sertão", plantas medicinais, óleos, resinas, cacau, peles, peixes e carnes secas. Embora, naquele período, tivessem sido estabelecidas, às margens dos grandes rios, fazendas para pecuária e agricultura, - cacau, café, algodão, - estas significavam muito pouco, quando comparadas com as atividades extrativas. A participação dos índios e caboclos muito contribuiu para o crescimento do extrativismo, mas os índios, na maioria dos casos, eram perseguidos e obrigados a trabalhar para os colonizadores. Não é significativa a participação do negro no extrativismo na Amazônia. A ocupação da Amazônia foi motivada pelo extrativismo, especialmente durante a segunda metade do século XIX, quando ao redor de 400.000 famílias vindas do Nordeste, lá se instalaram, à procura da borracha, cuja demanda crescente, nos Estados Unidos e na Europa, exigia um rápido aumento de produção. Este foi o chamado "ciclo da borracha"
Século XIX: No início do século XIX, no Nordeste da Capitania e depois Província de São Paulo junto à divisa de Minas Gerais, ocorreu a ampliação da produção agrícola, com a diversificação passavam por um período de desenvolvimento agrícola, porém com produções e mercados diferentes. A Capitania de São Paulo foi à região do Brasil onde houve as maiores modificações demográficas, ligadas as grandes fazendas com monoculturas voltadas para o mercado externo como as plantations de açúcar nas regiões de Campinas, Jundiaí, Itu e Sorocaba, e as plantations de café no Vale do Paraíba. Na Capitania de Minas Gerais, com a diminuição das atividades mineradoras, o desenvolvimento agrícola ocorrerá em função dos mercados locais e do aumento de mercados consumidores, como o do Rio de Janeiro com a instalação da Corte. As mercadorias mineiras eram escoadas por caminhos que ligavam as Capitanias, estimulando o povoamento, gerando riquezas e comunicação entre as diferentes regiões. Esse é o caso do Sertão do Rio Pardo, que devido a Estrada dos Goyazez, (caminho que ligava o comércio do centro-sul) teve a sua povoação e dinamização da economia.Em meados do século XIX, o cultivo do algodão já representava uma das atividades tradicionais, concentrando-se a produção nacional no Nordeste do Brasil, e em algumas áreas da Região Norte, onde a planta é nativa. Devido à sua condição de semi-aridez e resistência às secas, o algodão se tornou a principal opção fitotécnica para os nordestinos. A partir do final da década de 1880, e na de 1890, desenvolveu-se, particularmente no Estado de Pernambuco, a produção de óleo de caroço de algodão, em fábricas pequenas e mal equipadas. No Estado de Alagoas, no ano 1888, passou a funcionar uma fábrica de óleo. E, em São Paulo, no Sul do país, foi inaugurada uma grande fábrica, em 1892. Nos últimos anos do século XIX, somente cinco países - União Soviética, Estados Unidos, Índia, China e Egito - produziam 98% do total da produção mundial de algodão.
Século XX: sistema político nordestino assume, a partir do terceiro quartel do século XIX, características muito distintas daquelas que conhecera até então. É que a aristocracia rural nordestina perde a hegemonia que mantinha sobre o sistema político nacional, por cuja implantação tinha sido a maior responsável. A transferência do eixo econômico do país para o Centro Sul, determinada pela perda da posição brasileira no mercado internacional do açúcar e pelo surto cafeeiro no Sul – o produto continuava em valorização ascendente e aumentava cada vez mais sua participação na riqueza nacional, dá início a um lento processo de marginalização política da região. Podemos dizer, portanto, que o quadro mais geral dentro do qual ganham sentido as mudanças políticas na região é o da lenta decomposição de um sistema social fundado sobre o latifúndio, o trabalho escravo e a monocultura de exportação e tendo a família de tipo patriarcal como instituição central; ou, para sermos mais fiéis ao momento histórico que tomamos como ponto de partida, sobre uma estrutura semi-feudal, em que a violência difusa, não centralizada – embora monopolizada por uma classe social –, se constitui no instrumento, por excelência, de distribuição do poder.Para efeitos analíticos, podemos distinguir nesse processo maior de decomposição do sistema social global alguns processos mais restritos. No âmbito do sistema econômico.
Século XXI: O encontro discutiu o desenvolvimento da Região Nordeste e seus programas sociais, a fim de levantar quais desafios ainda devem ser enfrentados e quais os problemas a serem resolvidos. Os governadores da Bahia, Jacques Wagner, de Pernambuco, Eduardo Campos e do Ceará, Cid Gomes, entre outras autoridades do setor público, empresários e estudiosos debaterão essas e outras questões.Falam sobre a integração Nordeste,Sul e Sudeste; Também sobre o mercado do nordeste,que tem grande quantidade de mercadorias,que tornam a ser as reservas;Comentam também os desafios que o Nordeste enfrentou financeiramente e para finalizar o melhor discurso:"O Nordeste constrói seu próprio caminho".
segunda-feira, 28 de maio de 2012
Nordeste e suas sub-regiões
Zona da Mata
É uma sub-região litoral da Região Nordeste do Brasil que se estende do Estado do Rio Grande do Norte até o sul da Bahia, formada por uma estreita faixa de terra (cerca de 200 quilômetros de largura) situada no litoral.
ASPECTOS:
Econômicos: Na Zona da Mata destacam-se as indústrias, a criação de gado leiteiro e plantações de cana-de-açúcar, café, milho e feijão.
Naturais: A Mata Atlântica era originalmente a cobertura vegetal dominante, fato do qual deriva o nome da Zona da Mata. A floresta, entretanto, foi fortemente devastada e atualmente é restrita a exíguas áreas nos pontos mais elevados.
Culturais: Cana-de-açúcar não é a única cultura da Zona da Mata. No litoral da Bahia, principalmente na área do Recôncavo Baiano, nas proximidades de Salvador, apareceram importantes culturas de tabaco. No sul da Bahia, na área das cidades de Ilhéus e Itabuna, concentraram-se as fazendas de cacau.
Sociais: É a zona mais urbanizada, industrializada e economicamente desenvolvida da Região Nordeste.O povoamento desta região é muito antigo.

Agreste
É uma faixa de transição entre o Sertão e a Zona da Mata. É a menor zona geográfica da Região Nordeste. Está localizada no alto do Planalto da Borborema, um obstáculo natural para a chegada das chuvas ao sertão.
ASPECTOS:
Econômicos: Além das inúmeras fazendas de gado o agreste nordestino possui agricultura diversificada, com produção de algodão e gêneros alimentícios, em lavouras em geral consorciadas. A conseqüente formação de chuvas de relevo dá origem aos brejos, onde se cultivam frutas e produtos comerciais, como cana-de-açúcar, café e agave.
Naturais: A vegetação característica é de composição mista, com espécies da floresta tropical e da caatinga. Ao agreste está geralmente associado o planalto da Borborema, que em seus trechos mais elevados permite maior condensação da umidade.
Culturais: O Agreste possui os maiores festivais de São João do Mundo, se destacando o de Campina Grande e Caruaru. Estes festivais se centram na figura do milho, que é o único dos grandes cereais nativo da América e base alimentar dos Incas (a maior das civilizações sul-americanas autóctones).
Sociais: No agreste a vida é difícil pois é considerado um sertão!Sertão como todos sabem possui muitas dificuldades em todos os aspectos,tanto no social como no natural etc.A seca e a difícil vida agropecuária dificulta na vida social por que a maioria do tempo é passado coletando o que produzem!
Estende-se por grande parte da Bahia, de Pernambuco, da Paraíba, do Rio Grande do Norte e do Piauí; por todo o Ceará; e por uma pequena parte do Sergipe e de Alagoas. Além disso, atinge a Mesorregião Norte de Minas e o Vale do Jequitihonha no estado de Minas Gerais. Um facto curioso acerca do Sertão é que ao contrário dos demais semi-desertos do mundo, ele não margeia um grande deserto, mas sim margeado por zonas úmidas.
ASPECTOS:
Econômicos: Apesar das adversidades impostas pelo clima, a economia da sub-região do Sertão do Nordeste está ligada diretamente a atividade agropecuária,desse modo,pra um bom desenvolvimento da mesma é indispensável que o clima contribua oferecendo condicionantes para que ocorra um plantio e que todas as etapas de uma lavoura não sejam prejudicadas por falta de umidade,e assim seus resultados produtivos não sejam influenciados pela composição climática que se apresenta nessa parte da região ,especialmente em períodos de estiagem.
Naturais: O sertão compreende as áreas localizadas no interior da região onde ocorre a predominância do clima tropical semi-árido,as temperaturas são elevadas com duas estações bem definidas(seca,chuvosa)no entanto,a estação chuvosa se apresenta somente em três meses e longos períodos de estiagem,dessa forma, os índices pluviométricos anuais são relativamente baixos variando entre 500 a 750 mm ao ano.
Culturais: O sertão compete com a Zona da Mata pelos melhores carnavais da região, enquanto a zona da mata possui os maiores. O mesmo ocorre com o São João, já que o Agreste possui os maiores, porém o sertão compete com muitos dos melhores festivais, dentre os quais se destacam o de Patos, Mossoró, etc. No litoral semi-árido também encontramos a cultura do jangadeiro setentrional, tido como o arquétipo do cearense, mas que não reflete tanto o sertanejo meridional, sem litoral.O principal ritmo nativo do Sertão é o forró. Já o gênero não-sertanejo mais apreciado no sertão é a música sertaneja do interior do Centro-Sul ocidental.
Sociais: Sertão como todos sabem possui muitas dificuldades em todos os aspectos,tanto no social como no natural etc.A seca e a difícil vida agropecuária dificulta na vida social por que a maioria do tempo é passado coletando o que produzem!
Meio-Norte
O Meio-Norte é uma das sub-regiões do Nordeste do Brasil. E é localizada no ocidental do Nordeste e engloba todo o estado do Maranhão e o oeste do estado do Piauí.O Meio-Norte é uma faixa de transição entre a Amazônia e o Sertão nordestino, também conhecida como Mata dos Cocais devido às palmeiras de babaçu e carnaúba encontradas na região.
ASPECTOS:
Econômicos: O avanço da Agricultura nesta zona geográfica ocorre sobretudo com a soja, mas também com arroz,milho e algodão. A produção de soja, de algodão e de milho concentra-se no sul desta sub-região, que faz parte do cerrado nordestino.
Naturais: Apresenta clima úmido e vegetação exuberante, à medida que avança para o oeste.
Culturais: Possui vários tipos de danças e comidas!Que antigamente usavam como músicas para alegrar as crianças.
Sociais: As pessoas com mais qualidade de vida,mais renda e que possui mais condições de vida, moram nas capitais,já os agricultores que são pobres, vivem longe da cidade e moram em campos!Onde plantam para o próprio sustento!
Sociais: As pessoas com mais qualidade de vida,mais renda e que possui mais condições de vida, moram nas capitais,já os agricultores que são pobres, vivem longe da cidade e moram em campos!Onde plantam para o próprio sustento!
segunda-feira, 14 de maio de 2012
Nordeste
O nordeste possui várias características que em outros lugares não se encontram, as praias nordestinas,o sertão e as comidas típicas.São culturas distintas mas, cada uma com seus significados,todos tem preconceitos contra o Nordeste mas,porque?Essa é uma pergunta que nem todos sabem responder, o Nordeste tem coisas ruins mas,está cheio de lembranças e tradições boas.Apenas é criticado por ser mais pobre do que rico!Existem pessoas que vêem o lado rico do Nordeste, danças,comidas entre outras coisas em que cada estado possui.
Autobiografia
Tenho 16 anos, 3 irmãos sendo o mais novo(caçula) ,atualmente moro só com a minha mãe,moro em Nova Esperança, filho de Perpétua do Socorro Garcia Rebouças e Antônio da Silva Rebouças,nascido em Mossoró/RN.Atualmente estudo na Escola Estadual Santos Dumont,cursando o 2°ano.Pretendo me formar em Engenharia Civil e Arquitetura.Meu sonho atualmente é poder futuramente ajudar meus pai em todos os aspectos:financeiros,familiares e etc!
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